Na manhã de ontem, 31, a senhora Natália Lepera se viu em uma situação de muito desespero, por volta das 9 horas da manhã seu filho de apenas 7 meses de idade sofreu um acidente doméstico e teve que ser levado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Ibitinga.

Chegando lá, muito nervosa, teve que esperar por mais de meia hora para um atendimento de urgência, somente feito depois que um policial à paisana identificar-se e perguntar se não iriam atender a criança.

Após a indagação do policial, uma médica se identifica e diz que os dois médicos de plantão estão em outros atendimentos de urgência.

Segundo a senhora Natália Lepera, não havia nenhum atendimento sendo feito naquele momento, tanto é que a médica imediatamente iniciou a consulta de seu filho.

Em entrevista a esse portal, Lepera relata que a médica se quer examinou a criança, que permaneceu o tempo todo em seus braços, e a única coisa que a médica fez foi perguntar se seu filho havia machucado muito e depois mandou para o Raio x.

Foto antiga do arquivo pessoal da entrevistada

Feito o Raio X, não foi constatado nenhum prolema que pudesse comprometer a saúde da criança, porém a médica solicitou que ficasse em observação.

A mãe juntamente com seu filho ficaram em torno de duas horas em observação, quando a mãe preocupada com seus afazeres, pois é profissional liberal, perguntou se já podia ir embora, foi quando recebeu a informação que deveria ficar por mais quatro horas ainda em observação.

Necessitando retomar sua rotina profissional, Natália disse que ia embora e foi obrigada a assinar um termo de responsabilidade para ser liberada.

Quando já ia saindo, depois de assinar o termo, uma das atendentes a chama dizendo que era para levar uma receita médica com a prescrição dos remédios, Lepera retorna, apanha a receita e segue para sua casa.

No meio do caminho para a farmácia, a mãe muito nervosa pelo atendimento recebido na UPA, resolve abrir a receita, e tem uma infeliz surpresa, a prescrição que ela recebeu estava errada, pois o nome era de uma outra criança que estava no mesmo lugar sendo atendida e os remédios que haviam sido prescritos eram para diarreia, e não para o prolema que seu filho Davi tinha.

A mãe está muito preocupada, pois certamente necessitará novamente do atendimento da UPA, e teme que isso possa acontecer outra vez, colocando sua vida ou a de seu filho em risco.

1 COMENTÁRIO

  1. Obviamente é um trabalho de muita responsabilidade desses profissionais. Mas temos que considerar que são seres humanos, pessoas normais, passíveis de erro, como todos nós. Não custa nada colaborar com o atendimento, sem ficar criticando e reclamando (como já vi várias vezes e isso só atrapalha o trabalho dos profissionais) e sempre conferir as receitas. Cautela sempre, colaboração sempre, gratidão sempre. Fico admirada ao ouvir pessoas reclamando que o atendimento PÚBLICO demora meia hora enquanto o PARTICULAR demora muito mais e ninguém reclama.

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